Ed, Robô com inteligência artificial, desenvolvido para interatividade com crianças via on line. Conheci o Ed através de minha filha Helena, que conversa e já fez alguns "temas de casa" com ele.
http://www.inbot.com.br/ed/#
Atelier e Pesquisa em Artes Visuais Janice Martins Sitya Appel, artista visual, multimídia, desenvolvendo sua pesquisa em vídeo e processos artísticos contemporâneos em Florianópolis/SC desde fevereiro de 2008. O Blog !#j-a-n-i-s-@-r-t-e#! visa a atualização constante sobre esta pesquisa e seus apontamentos e delírios estéticos. O convívio e as relações de afeto norteam a busca por emoções e possibilidades artísticas.
Integra a arte cibernética com a arte do passado histórico. Suas palavras segundo Oliver Grau soam como um apelo para uma Ciência Imagética Interdisciplinar e é o que exatamente o que ele propõe.
Filósofo, psicólogo e teórico da Arte, Rudolf Arnheim nasceu em Berlim em 1904, onde estudou Psicologia durante os anos 20. Em 1940 emigrou para os EUA. Entre 1946 e 1968 ensinou no Sarah Lawrence College e a partir de 1968 foi professor de Psicologia da Arte
Citações: "A visão é a única modalidade dos sentidos em que as relações espaciais podem ser representadas com precisão e complexidade suficientes. O tato é o único outro meio sensorial que transmite com alguma precisão propriedades espaciais como inclusão, justaposição, paralelismo, tamanho, etc. Comparado a visão, todavia, o universo espacial apresentado pelas sensações musculares e táteis é limitado em alcance e simultaneidade. Parece-me essencial ir além da noção tradicional de que as imagens fornecem unicamente a matéria-prima, e que o pensamento só começa depois que a informação foi recebida... Para passar suas mensagens com segurança, os diagramas devem contar com as normas de composição pictórica e ordem visual que as artes aperfeiçoaram durante mais ou menos 20.000 anos. Nem a habilidade técnica da criação de imagens isoladamente nem o realismo fiel das imagens garantem que o material explique aquilo que pretende explicar, seja qual for o recurso visual empregado: ilustrações, slides, filmes, apresentações em vídeo e televisão. As relações decisivas entre os componentes devem aparecer com clareza; deve-se cuidar para que a causa leve ao efeito, e as correspondências, simetrias e hierarquias devem ser nitidamente apresentadas - uma tarefa eminentemente artística, mesmo quando utilizada simplesmente para explicar o funcionamento de um motor de êmbolos”. “A obra radiofônica, apesar de seu caráter abstrato e oculto, é capaz de criar um mundo próprio com o material sensível de que dispõe, atuando de maneira que não se necessite nenhum tipo de complemento visual...”
Cena 11
HTML (acrônimo para a expressão inglesa HyperText Markup Language, que significa Linguagem de Marcação de Hipertexto) é uma linguagem de marcação utilizada para produzir páginas na Web. Documentos HTML podem ser interpretados por navegadores. A tecnologia é fruto do "casamento" dos padrões HyTime e SGML.
HyTime é um padrão para a representação estruturada de hipermédia e conteúdo baseado
SGML é um padrão de formatação de textos. Não foi desenvolvido para hipertexto, mas tornou-se conveniente para transformar documentos em hiper-objetos e para descrever as ligações
O prefixo hiper- ( do grego "υπερ-", sobre, além) remete à superação das limitações da linearidade do antigo texto escrito. O termo hipertexto, cunhado em 1965, costumeiramente é usado onde o termo hipermídia seria mais apropriado.A idéia de hipertexto não nasce com a Internet, nem com a web. De acordo com Burke (2004) e Chartier (2002) as primeiras manifestações hipertextuais ocorrem nos séculos XVI e XVII através de manuscritos e marginalia. Os primeiros sofriam alterações quando eram transcritos pelos copistas e assim caracterizavam uma espécie de escrita coletiva. Os segundos eram anotações realizadas pelos leitores nas margens das páginas
dos livros antigos, permitindo assim uma leitura não-linear do texto. Essas marginalia eram posteriormente transferidas para cadernos de lugares-comuns para que pudessem ser consultadas por outros leitores.
Provavelmente, a primeira descrição formal da idéia apareceu em 1945, quando Vannevar Bush publicou na The Atlantic Monthly, "As We May Think", um ensaio no qual descrevia o dispositivo "Memex". Neste artigo, a principal crítica de Bush era aos sistemas de armazenamento de informações da época, que funcionavam através de ordenações lineares, hierárquicas, fazendo com que o indivíduo que quisesse recuperar uma informações tivesse que percorrer catálogos ordenados alfabetica ou numericamente ou então através de classes e sub-classes. De acordo com Bush, o pensamento humano não funciona de maneira linear, mas sim através de associações e era assim que ele propunha o funcionamento do Memex.
O dispositivo nunca chegou a ser construído, mas hoje é tido como um dos precursores da atual web. A tecnologia usada seria uma combinação de controles eletromecânicos e câmeras e leitores de microfilme, todos integrados em uma grande mesa. A maior parte da biblioteca de microfilme estaria contida na própria mesa com a opção de adicionar ou remover rolos de microfilme à vontade. A mesa poderia também ser usada sem a criação de referências, apenas para gerar informação em microfilme, filmando documentos em papel ou com o uso de uma tela translúcida sensível ao toque. De certa forma, o Memex era mais do que uma máquina hipertexto. Era precursor do moderno computador pessoal embora baseado
Não se pode deixar de citar outro personagem de grande importância histórica que é Douglas Engelbart diretor do Augmentation Research Center (ARC) do Stanford Research Institute, centro de pesquisa onde foram testados pela primeira vez a tela com múltiplas janelas de trabalho; a possibilidade de manipular, com a ajuda de um mouse, complexos informacionais representados na tela por um símbolo gráfico; as conexões associativas (hipertextuais) em bancos de dados ou entre documentos escritos por autores diferentes; os grafos dinâmicos para representar estruturas conceituais (o "processamento de idéias" os sistemas de ajuda ao usuário integrados ao programa).[2] O trabalho de Ted Nelson e muitos outros sistemas pioneiros de hipetexto com o "NLS", de Douglas Engelbart, e o HyperCard, incluído no Apple Macintosh, foram rapidamente suplantados em popularidade pela World Wide Web de Tim Berners-Lee, embora faltasse à mesma muitas das características desses sistemas mais antigos como links tipados, transclusão e controle de versão.
Uma das maiores controvérsias a respeito deste conceito é sobre sua vinculação obrigatória ou não com a internet e outros meios digitais. Alguns autores defendem que o hipertexto acontece apenas nos ambientes digitais, pois estes permitem acesso imediato a qualquer informação. A internet, através da WWW, seria o meio hipertextual por excelência, uma vez que toda sua lógica de funcionamento está baseada nos links.
Outros pesquisadores acreditam que a representação hipertextual da informação independe do meio. Pode acontecer no papel, por exemplo, desde que as possibilidades de leitura superem o modelo tradicional contido das narrativas contínuas (com início, meio e fim). Uma enciclopédia é uma clássico exemplo de hipertexto baseado no papel, pois permite acesso não-linear aos verbetes contidos em diferentes volumes. Um exemplo de hipertexto tradicional são as anotações de Leonardo Da Vinci e também a Bíblia, devido sua forma não linear de leitura.[4]